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ADANS 1. Esporotricose disseminada (cutânea, óssea e tegumentar) - Histórico de abandono de tratamento em abril/2025. Retomado tratamento antifúngico: Anfotericina B CL (29/09–10/10 e 17/10–23/10) Itraconazol mantido desde 23/10. Vigilância de função renal e íons (uso prévio de Anfotericina). 2. Broncoespasmo de repetição Último episódio em 13/10, responsivo a broncodilatadores. Em desmame gradual de inaladores. 3. Confusão mental a esclarecer TCC sem alterações agudas (12/10), com atrofia cortical difusa. Etilismo crônico. Lentificado, porém interativo. 4. Hipocalemia em vigência de Anfotericina K atual 3,3 (23/10). | Propostas para o final de semana: - Cobrar nova RL (24/10). - Acompanhar nível de consciência e sinais de agitação. - Manter reposição oral de potássio e magnésio. - Monitorar função renal e eletrólitos. - Observar padrão respiratório e possíveis broncoespasmos. - Acompanhar aceitação da dieta e ritmo de evacuações. - Realizar nova redução de prednisona em 25/10 (50% da dose). ======================== ALA C 32 – MARIA 1. SRAG por COVID-19. Teste reagente em 23/10, início dos sintomas em 21/10. Radiografia de tórax com derrame à esquerda, aguardando TC de tórax. Recebeu quatro doses da vacina, sem reforço em 2025. Em uso de dexametasona desde 23/10 e antibioticoterapia com ceftriaxona (claritromicina suspensa). HPP: Dislipidemia e insonia | Para o final de semana: Avaliar necessidade de antiemético fixo. Avaliar resultado da TC de tórax e reavaliar antibioticoterapia. Cobrar exames laboratoriais e sorologias solicitadas. Avaliar necessidade de novas reposições. Manter vigilância respiratória e avaliar otimização dos broncodilatadores. ============================= C27 - ANTONIO >> PACIENTE GRAVE 1. SRAG por COVID19 RT-PCR positivo em 13/10. Admitido com síndrome respiratória aguda por COVID-19. Tomografia de tórax com pneumonia bilateral, derrame pleural loculado à direita sugestivo de empiema e sinais de congestão pulmonar. Recebeu Tazocin (14/10–20/10) e Levofloxacino (20/10–22/10). 2. Encefalopatia de Wernicke por abstinência alcoólica - TCC com sinais hidrocefalia crônica de pressão normal 3. Episódios de hipoglicemia refratária, em investigação (baixa ingesta alimentar?). 4. PVHIV em abandono de TARV (Status imune: CV 3190000 (13/10/2025) | CD4: 326 (14/10/2025) - TARV (3TC/TDF + DTG) retomada. | Para o final de semana: Manter vigilância infecciosa e respiratória. Avaliar nova TCTX solicitada ontem Monitorar hipoglicemias e avaliar necessidade de manter soroterapia de manutenção. Cobrar RL (solicitada e ainda pendente). Solicitar nova RL conforme demanda. Cobrar resultados de propedêutica para hipoglicemias refratárias (cortisol + USG de abdome). Manter TARV, isolamento respiratório e broncodilatadores. =========================== ALEX A11 HIV abandono de tratamento admitido com provável neurotoxoplasmose, em tratamento desde 14/10 após quadro de déficit neurológico focal (desvio de comissura labial e hemiparesia direita). Status imune: CD4 (16/09/2025): 51 | CV (16/09/2025): 191000. TC de crânio inicial mostrou lesão hipodensa nucleocapsular talâmica com efeito de massa, evoluindo com melhora na reavaliação em 21/10. Diagnóstico compatível com neurotoxoplasmose, mantendo boa resposta clínica e laboratorial. Em provável síndrome de reconstituição imune, reiniciou TARV (AZT + 3TC + DTG) há cerca de 1 mês, após período de suspensão prolongada. Sorologias negativas para criptococo e sífilis, toxoplasmose IgG reagente. Última análise de líquor (18/10) com aumento de proteínas e presença de parvovírus B19; PCR para toxoplasmose ainda pendente. - Propostas para o final de semana: Manter vigilância clínica e avaliar recorrência de náuseas ou vômitos. Solicitar RL no sábado. Manter TARV e tratamento para neurotoxoplasmose na prescrição. Cobrar imagem e laudo da RMC ainda pendentes. Cobrar no laboratório propedêutica do líquor (PCR para toxoplasmose, JC e TR-TB). Manter demais medicações. =============================== JOSÉ A17 Admissão em 18/10/25 – 70 anos. Paciente com pneumonia viral por COVID-19, diagnóstico confirmado por teste positivo em 17/10. Apresentou quadro de inapetência, febre e tosse, inicialmente tratado com ceftriaxona e azitromicina (17–20/10) e mantido em dexametasona desde 19/10. Evolui em melhora clínica, afebril e com bom padrão respiratório, atualmente em cateter nasal 1L/min (SatO₂ 98%). Hemodinamicamente estável, aceitando dieta pastosa com boa aceitação. Tosse secretiva em regressão. TC de tórax sem evidências de pneumonia ativa, mostrando apenas bronquiectasias, discreta impactação mucosa e nódulo calcificado residual. - Para o final de semana: Cobrar RL e gasometria arterial solicitadas. Manter vigilância respiratória — avaliar gasometria e necessidade de O₂ suplementar. Desprescrever dexametasona se desmame de O₂ for bem tolerado. Solicitar nova RL no domingo conforme demanda.
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